domingo, 28 de agosto de 2016

Confira o que rolou no Diversão Offline 2016



Domingo passado ocorreu a segunda edição do Diversão Offline e tivemos a oportunidade de verificar que realmente houve uma melhora em relação a sua já ótima estreia, cada vez mais se consolidando como o grande evento do nosso hobby no Brasil. Apesar do bom público, fiquei com a impressão de ter sido um pouco menor que o do ano passado. É difícil precisar por conta da mudança na organização do espaço. Essa minha percepção se deu principalmente por causa da ausência de fila na entrada. Acredito que o evento foi um pouco prejudicado pela escolha um tanto quanto equivocada da data que bateu com o encerramento das Olimpíadas, além do tempo bem frio e chuvoso no RJ. Levando em conta essas duas questões, talvez possamos considerar que tivemos uma adesão ainda mais significativa por parte dos jogadores. Este post seguirá o mesmo modelo do anterior, pois acredito que as informações ficaram mais fáceis e agradáveis de serem visualizadas.

ESPAÇO:

Ficou bem bacana a organização do térreo: os estandes das editoras com as mesas para demonstração dos jogos e a área freeplay de boardgames estavam muito legais. Já o mezanino deixou um pouco a desejar e precisa ser melhor pensado para a próxima edição. Achei alguns estandes meio aleatórios, não tinham muito a ver com o evento e outros utilizaram muito mal seus espaços. Os destaques positivos foram a Toys For Fans, que apesar de pequena veio com bastante material e a Game Of Boards, que estava com organização e apresentação muito boas. As salas estavam divididas entre Palestras, Quadrinhos, Freeplay de RPG e Protótipos. Apesar do flyer com os mapas das atrações do evento distribuído na entrada, e que já tínhamos adiantado aqui no post pré evento, faltou uma sinalização mais expressiva no local.

Eu entendi que o evento está querendo expandir sua abrangência e por isso fizeram a sala de Quadrinhos, mas foi uma primeira tentativa bastante fraca. Qual teria sido a contribuição dada pela Panini Comics que aparece nos créditos de apoio? O que vi na sala foi uma galera independente mostrando seu trabalho, eles estavam posicionados nos cantos deixando o meio vazio, o que não causava uma boa impressão. A sala freeplay de RPG também parecia pouco frequentada, acho que talvez fosse interessante juntar com boardgames. Nos estandes tivemos ambos misturados, já que muitas editoras de RPG estão também começando a investir em boardgames, que é um mercado em franca ascensão. Sobre as salas de Palestras e Protótipos comentarei separadamente mais adiante, pois têm uma maior relação com o nosso hobby e portanto será um assunto tratado de maneira um pouco mais detalhada.

ESTANDES:

Visão geral do estande.

Mais uma vez a Conclave foi a editora que melhor se saiu no evento, na minha opinião. Ano passado, eles surpreenderam trazendo o game designer francês Christopher Boelinger com Dungeon Twister Card Game. Agora em 2016, a editora mineira veio com mais um lançamento, porém desta vez um jogo nacional. Rock N Roll Manager do game designer carioca Leandro Pires foi lançado com poucas cópias no evento que se esgotaram rapidamente. A primeira coisa que fiz ao chegar foi ir direto ao estande da Conclave garantir a minha, uma pena que não me liguei de tirar uma foto com o Leandro. A previsão é que o jogo esteja amplamente disponível para compra entre o final de agosto e o início de setembro.

Leandro Pires posando super orgulhoso e feliz com seu primeiro jogo lançado. (foto por Mansão das Peças)


Esqueci a foto, mas não o autógrafo.

Além disso, tivemos o discreto lançamento de Fruit Salad, jogo que o Christopher Boelinger já tinha sido apresentado ao público que compareceu na edição passada do evento. É um party game bem divertido e com um visual muito atrativo. Comprei também, estava estrategicamente posicionado ao lado do caixa. Tivemos também em destaque Dead Man's Draw que saiu a pouco tempo e parecia estar agradando bastante quem jogava. Outros jogos disponíveis no estande que estavam atraindo bastante público eram os sucessos Robinson Crusoe e Merchants & Marauders. A editora também revelou dois lançamentos futuros no evento: Barony e Room 25, que já vai chegar ao Brasil com a Season 2.

O youtuber Igor Knop jogando com a galera.

Confira as entrevistas que fizemos com Leandro Pires, game designer do Rock N Roll Manager e Cristiano Cuty, o editor da Conclave.



- Funbox:

Visão geral do estande.

A Funbox já é bastante conhecida pelos bons preços que pratica na venda dos seus jogos e nesta edição do Diversão Offline, eles garantiram com folga o título de estande com as melhores ofertas de todo o evento. Eu quase infartei quando cheguei e vi Yomi por R$75, sendo que comprei a pouco mais de um mês por mais de R$100. A editora ainda fez um pequeno lançamento de Good Cop Bad Cop (poucas unidades) que pelo que ouvi parece agradar bastante o público que curte Coup, que acredito seja o party game de maior sucesso no mercado nacional. Outros destaques do estande foram a reprint de Quartz e o recém-lançado de Matryoshka, ambos do grande game designer nacional Sérgio Halaban. Eu comprei três jogos no estande da Funbox: Deterrence 2X62, Duelo Kung Fu e Matryoshka. Devia ter pego o Tides Of Time também. A linha de jogos pequenos da Funbox é sensacional.

Edição nacional foi lançada junto com a gringa.

O mais recente lançamento da editora.

Confira a entrevista que fizemos com a Vanessa sobre as novidades da Funbox.




Visão geral do estande.

A Galápagos usou a criatividade para marcar presença no evento. Conversamos com Gabriel Caropreso, o simpático representante da editora no evento, que nos explicou da dificuldade logística envolvida na presença deles, já que o estoque da editora fica em outro estado. A solução encontrada foi vir apenas com jogos para demonstração. Além disso, estava sendo distribuído cupons de 10% de desconto com frete grátis para compras no site. Acho que eles conseguiram dentro do que era possível fazer um bom trabalho. O estande passou o dia todo bastante cheio. De jogos já lançados tínhamos o arrasa-quarteirões Blood Rage e o recém-saído do forno Flick'em Up. De futuros lançamentos, rolou exposição do tão aguardado Mansion Of Madness, e mesas de Mysterium, Munchkin Panic e Tokaido. Vi que o Dead Of Winter Long Night também estava lá.


Porém, o grande destaque foi Star Wars Destiny que ainda não foi lançado nem lá fora. A cópia que estava no estande era uma versão protótipo que eles conseguiram com a Fantasy Flight. Apesar de ainda não ter previsão de lançamento, um grande esforço está sendo feito para lançar a versão nacional o mais próximo possível da gringa, se não tiver como ser simultâneo. Uma boa notícia para a galera que curte campeonato. Já que se trata de um jogo colecionável com booster, o formato controverso que nos lembra o famoso Magic. Uma aposta arriscada da editora, que já não teve uma boa experiência com LCG. Infelizmente, não tive a oportunidade de jogar para conhecer, apesar de saber que não é o tipo de jogo eu vá querer ter na coleção, no máximo um ou outro starter set.

Imagem dos componentes. (foto por Jack Explicador)

Como eu disse no início, achei bacana a solução criativa da Galápagos para driblar os problemas e marcar presença no evento, corrigindo a falha com a público carioca que foi a sua total ausência na edição anterior. Porém, foi perceptível uma certa correria na arrumação do estande, ficou parecendo que chegaram com pressa e foram colocando as caixas meio que de qualquer jeito. Deixou a desejar na arrumação, poderiam ter caprichado mais nas vitrines, colocando as peças dos jogos expostas como a gente vê em outros eventos do gênero. Mas, apesar dessas pequenas ressalvas, eles tiveram um bom desempenho e estão de parabéns. Acredito que viram ainda melhores no ano que vem com a experiência inicial que tiveram nesta edição. Que sirva de inspiração para as gigantes Grow e Devir que mais uma vez ignoraram o evento. 

Confira a entrevista que fizemos com o Gabriel Caropreso e saiba mais sobre os próximos lançamentos da Galápagos.



Visão geral do estande.

A Pensamento Coletivo estava com mesas demonstrando o já lançado Gunrunners e os em processo de produção The Manhattan Project e Imperial 2030. A editora que tem um foco grande em RPG também tinha várias mesas dedicadas a títulos do gênero. Porém, o grande destaque foi o anúncio surpresa de três novos boardgames. Eles publicaram a notícia na página do Facebook faltando poucos dias para o evento. A Pensamento Coletivo é uma editora para prestar atenção por investir jogos desconhecidos e inesperados, mas sempre de altíssima qualidade. Os títulos anunciados são Entropy, Rise To Power e Don't Turn Your Back

Confira mais informações sobre os futuros lançamentos na entrevista que gravamos com Filipe Cunha, editor da Pensamento Coletivo.

- Redbox

Visão geral do estande.

Na edição anterior do evento, a Redbox havia vindo muito mais como loja. Agora, a coisa mudou bastante e eles vieram com foco total no trabalho como editora. Ao longo do período de um ano que se passou muitos títulos foram anunciados, além de ter enfim começado a venda de Red Dragon Inn e Raid & Trade, os jogos de estreia na linha de boardgames. A Redbox já atuava no ramo editorial, mas apenas com RPG. No estande da editora era possível jogar todos os futuros lançamentos já anunciados anteriormente, como por exemplo: Boss Monster, Hive e Ancient Terrible Things




Além disso, a Redbox anunciou sua estreia na publicação de jogos nacionais logo com três títulos: Micropolis e Copacabana do Rodrigo Rego e Tsukiji do Leandro Pires. Uma notícia que considero extremamente empolgante. Gosto muito do trabalho do Rodrigo, joguei o Micropolis lá e achei incrível. Ele é um jogo de pequeno, rápido e de regras simples, mas com nível alto de fritação de cérebro. É uma batalha de puzzle, o vencedor será o jogador com melhor visão espacial. É necessário cumprir os seus objetivos ao mesmo tempo que bloqueia o do adversário ou pelo menos tenta evitar de facilitar a vida dele. O Copacabana infelizmente não deu tempo de jogar, mas me pareceu muito legal pelo que eu pude ver.

Conheça mais sobre os jogos que serão lançados pela Redbox e outros projetos do Rodrigo conferindo a entrevista que fizemos com ele durante o evento.


A Retropunk é uma editora de RPG que começou agora a se aventura no mercado de boardgames, eles começaram lançando o divertido Escola de Dragões, um cardgame de bolso bem rapidinho, e agora estão com Arena: Sangue e Glória, um jogo com um porte um pouco maior. Não consegui parar para jogar, mas ouvi falar bem sobre ele. Acredito que devo conseguir jogá-lo em breve, então poderei registrar minhas impressões por aqui.

Confira a entrevista que gravamos no evento com Fernando Del Angeles, editor da Retropunk, falando sobre os planos da editora para o mercado boardgame.



Visão geral do estande.

O maior estande de loja presente no evento e único no térreo junto com as editoras, a Tabuleiro Mix veio representando diversas editoras menores, dentre as quais destaco Histeria Games, Ace Studios e Meeple BR. Porém, eles não perderam o foco como loja. Vieram com um grande estoque que incluía jogos importados, várias promoções e figuras conhecidas do hobby na parte de vendas. Como resistir ao apelo sobrenatural de Rodrigo Deus? Foi o estande onde passei mais tempo e acabei comprando jogos inesperados. Na caixa da promoção de R$50 peguei Collapse e Minecraft Card Game. Também acabei pegando uma edição especial de Boss Monster 2 que vem com cartas foil. 

A Histeria Games colocou duas mesas de demonstração de Sonhando com Alice, novo jogo do game designer Daniel Alves que está em FC no Kickante. Foi um dos pouquíssimos jogos que consegui jogar, eu estava bastante curiosa sobre ele porque curto muito o tema e achei a mecânica bem interessante. Infelizmente, pela editora ser de MG acaba sendo raras as vezes que temos a oportunidade de ter contato com seus jogos antes do lançamento. Apesar de divertido e agradável, devo confessar que saí da mesa um tanto quanto decepcionada. A mecânica de seleção de dados não trabalha em conjunto com o tema que poderia ser qualquer outro. Senti falta de uma dose de imersão no jogo, em momento algum me senti no País das Maravilhas. Acho que esse tema é um pouco como Senhor dos Anéis ou Cthulhu, não se sustenta só com uma boa mecânica, precisa de fator narrativo.

Mesas de Sonhando com Alice passaram o dia todo cheias.

Um pouco sobre a mecânica de Sonhando com Alice, cada jogador possui seis dados e eles serão rolados todos juntos e alocados nos seis locais correspondentes do tabuleiro de acordo com os seus resultados: Lagarta, Chapeleiro, Alice, Coelho, Gato e Rainha de Copas. na sua vez, o jogador vai escolher uma dessas localizações, pegar todos os dados e fazer a ação correspondente. Não existe limite de ações que podem ser executadas, mas cada jogador só pode usar seis dados durante a sua vez, o que obriga um certo planejamento estratégico. A Lagarta e o Coelho são trilhas de pontos, Chapeleiro e Gato são compra de cartas, Alice é para cumprir/pegar objetivo e Rainha de Copas para colocar influência no tabuleiro. O final do jogo é disparado quando um jogador chega ao final de uma das trilhas ou coloca todas as suas influências no tabuleiro. Claro que essa é uma explicação bem básica do jogo e que deixou de fora vários detalhes.

Tabuleiro e componentes de Sonhando com Alice.

Mas a vinda ao evento parece que me fez bem ao FC do jogo que depois de algum tempo estagnado conseguiu avançar mais de 10% e chegou aos 80%, sendo que ainda tem mais duas semanas de campanha pela frente e muita gente deixa para apoiar só no final. Porém, vai ser um FC apertado, a oferta de jogos nacionais está cada vez maior e os padrões de qualidade bastante elevados. O preço de Sonhando com Alice também me pareceu elevado para o que está sendo oferecido em termos de componentes e complexidade do jogo, que querendo ou não também é algo levado em consideração. A arte infantil pode enganar e fazer parecer que é um jogo bobo. Porém, apesar do bom nível estratégico, ele é bastante leve. É um jogo para se divertir com a família. Dificilmente vai atrair a atenção de um heavy gamer.

Confira a entrevista que fizemos com o Daniel Alves, além de falar sobre Sonhando com Alice, ele também comenta sobre como anda a produção de Reinos de Drunagor e a emoção de ter seu primeiro jogo publicado fora do país, Dungeons Of Arcadia.


A Ace Studios teve como principal destaque a primeira apresentação nacional do protótipo quase final da versão do Gekido que vai ser lançado pela CMON. Infelizmente, não consegui jogar, lamentei mais ainda quando vi o vídeo do Aftermath sobre ele. Pelo que foi descrito pelo Fabrício, o jogo que já era muito bom ganhou um super upgrade. Espero que apareça uma nova oportunidade de conhecer essa nova versão em um futuro próximo. Apesar de ser um protótipo, as miniaturas apresentadas já são as finais, só os demais componentes que não.

CMON como sempre mandando muito bem nas miniaturas.

O game designer Fel Barros aproveitou e trouxe para mostrar para a galera o cardgame baseado no famoso jogo de videogame Bloodborne, do grande Eric Lang, lançado pela CMON na GenCon deste ano. Outro jogo que eu queria jogar muito, mas acabou não rolando. Eu preciso aprender a não deixar para depois, porque aí sempre acaba passando a chance, principalmente nesse tipo de evento. Para saber mais sobre Bloodborne recomendo mais uma vez o vídeo do Aftermath, só é uma pena que o Fabrício não jogou a versão videogame para fazer as comparações.

Galera aproveitando para conhecer Bloodborne.

Claro que a Ace Studios também trouxe seus próprios jogos para apresentar, o Space Cantina que é o próximo lançamento, parceria do Fel Barros com Warny Marçano, e está em fase de produção depois de uma campanha de financiamento coletivo muito bem-sucedida. Outro jogo em destaque foi o Die, Die, DIE, parceria de Romulo Marques e Carlos Couto, que está programado para sair para venda direta no final do ano. 

Confira a entrevista que fizemos com Fel Barros sobre seu trabalho na CMON e os planos futuros com a Ace Studios.



Para finalizar, chamou a minha atenção o trabalho da Meeple BR, que estava apresentando Vudu e Wrong Chemistry. Já tinha ouvido falar antes de ambos os jogos, mas não tinha sentido nenhum interesse em conhecê-los. Porém, depois de ver a mesa de demonstração que estava com um monitor caracterizado, além de bastante e notoriamente simpático bateu uma vontade de jogar. Não rolou por falta de tempo, mas foi um bom trabalho que eles fizeram, por isso fica aqui o meu destaque.

Alguém percebeu o spoiler na foto?

PROTÓTIPOS E PALESTRAS:

A sala de Protótipos ficou bem prejudicada com a nova organização de espaço do evento. Ao contrário do ano passado, em que foi um dos locais mais movimentados do evento, nesta edição acabou ficando bastante vazia. Apesar da indicação no flyer do evento sobre sua localização e até uma lista dos jogos que haveriam lá, o que achei uma ideia muito boa, faltou mais sinalização para atrair a galera até lá. Uma pena que não consegui jogar nada por lá. Queria muito ter parado na mesa da Mansão das Peças, um coletivo carioca de game designers que desenvolve um trabalho muito bacana, porém não rolou. A gente ainda teve um problema na gravação da entrevista com eles, infelizmente. Porém, gravamos um vídeo bem legal dando uma geral em todos os jogos que estavam por lá. Quanto ao pessoal do Mansão das Peças, como eles são aqui do RJ mesmo, haverão outras oportunidades. 


The Bright's Fall foi um dos protótipos que mais me chamou atenção.

Mansão das Peças: os donos do boardgame carioca. (Foto por Mansão das Peças)

O nível das palestras melhorou bastante em relação a edição passada. Foi um acerto colocarem em uma sala fechada, onde as pessoas podem ficar mais focadas, sem distrações para desviar a atenção. Desta vez, tivemos uma palestra com um game designer com real experiência de mercado, Fel Barros falando sobre o FC de Space Cantina. Além disso, rolou painel de boardgame com os representantes das principais editoras e um bate papo interessante com a galera da Mansão das Peças. Quando vi a programação fiquei bem empolgada, mas acabei não conseguindo assistir nada. A gente vai se distraindo com outras coisas no evento e quando vê passou o horário. Eles estavam fazendo alguns anúncios no microfone, sinceramente não lembro se fizeram das palestras, mas seria uma boa. 

Queria muito ter assistido a palestra com o pessoal da Mansão das Peças. (foto por Mansão das Peças)

CONCLUSÃO:

A organização do Diversão Offline está de parabéns por acreditar no nosso hobby e nos proporcionar um evento com uma estrutura tão boa. Houve uma grande melhora na organização dos estandes das editoras. Espero que elas invistam cada vez mais em atrações, lançamentos e promoções diferenciados para incentivar a participação do público. Muitas expectativas para o ano que vem, já que temos o rumor de que o evento passará a contar com dois dias. Isso seria maravilhoso, pois nos daria tempo de curtir tudo o que é oferecido com mais calma. Tanto público quanto empresas só teriam a ganhar. 

Mas não se pode deixar de ter atenção com as pequenas questões a serem melhoradas como a sala de Protótipos e outros estandes em geral. Espero que na próxima edição, o evento já seja grande o suficiente para que sua importância seja reconhecida e todas as empresas do ramo se sintam na obrigação de participar. Isso é algo importante para o mercado, pois junta todos os lados do processo em um só lugar, proporcionando um ambiente de troca fundamental ao crescimento e profissionalização cada vez maior do hobby. Acredito que o Diversão Offline tem potencial para chegar a um nível equivalente à GenCon, guardada as devidas proporções. Até o ano que vem, galera! 

Para ainda mais informações sobre o que rolou na edição do Diversão Offline deste ano, assista ao vídeo que gravamos pós evento.

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