sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O primeiro Guadalupeças de 2015


Este início de ano está bem confuso na vida dos organizadores do Guadalupeças, tanto que não tivemos evento no mês de janeiro. O motivo é que mudamos de residência. Se mudança normalmente já é uma coisa complicada, imagina para um casal nerd. A casa já está habitável, mas ainda tem várias coisas encaixotadas. É um mundo de jogos, livros, hqs e action figures. Sabe a Geek da Cultura do Cine Vitória? Temos mais coisas que eles. Além disso, estamos com o um problema sério com a operadora de banda larga da região. Já viu nerd sem internet? Quase morremos. Por isso, o post sobre o evento está tão atrasado. Eu quase desisti de fazer, mas não podia deixar passar em branco. 



Nossa primeira edição do ano contou com a presença do querido Wagner com seu sensacional Beat'Em Up, mas dessa vez não tive a oportunidade de jogar. Eu o conheci na estreia do Boards & Burgers no Bobs, quem quiser saber mais sobre o jogo é só dar uma conferida nesse post. A galera jogou bastante durante todo o dia.

 

Eu comecei meu dia apresentando Gekido para uma galera que ainda não conhecia. Esse jogo eu não só escrevi sobre ele como também fiz vídeo e ainda estive presente no lançamento na Redbox. Outro joguinho da Ace Studios que viu bastante mesa foi o divertido Muffin Games, em setembro do ano passado tivemos um especial do estúdio carioca capitaneado por Fel Barros, também com vídeo e desta vez foi o próprio criador explicando e apresentando sua obra. 



A Ace Studios que ganhou grande destaque ao anunciar uma parceria com a Galápagos Jogos. O primeiro lançamento será o Warzoo. Um fenômeno no financiamento coletivo, mas que vem sofrendo com atrasos na entrega. Fiquei muito feliz por ver a Galápagos voltar a investir em jogos nacionais. Espero que esse seja apenas o primeiro de muitos lançamentos. Para quem não sabe, Beat'Em Up também está sendo trabalhado junto com o pessoal da Ace Studios. 2015 promete!!!

Para fechar a sessão nacional do nosso evento tivemos Masmorra de Dados, sucesso dos mineiros da Histeria Games e Taberna do Dragão. Já comentei anteriormente aqui que não faz o meu tipo, mas não dá para negar que o jogo tem seus méritos. Uma coisa é gosto pessoal e outra bem diferente é qualidade do jogo. Aproveito para fazer a propaganda do novo jogo do Daniel Alves, um dos nomes por trás do Masmorra de Dados. Dia 19 vai entrar no ar o financiamento de Caçadores da Galáxia, jogaço foda para caralho. Para quem quiser saber mais, dá uma conferida no post do Joga de Natal


Essa edição, eu joguei bem pouco. Além do Gekido, rolou o surpreendente Black Stories e o divertidíssimo Luchador, Felipe Goulart sempre aparecendo com jogos diferentes. No mais, eu ajudei o pessoal no Masmorra de Dados.

Quando Felipe comprou Black Stories achei que ele tinha jogado dinheiro fora, só não briguei muito porque é barato. O jogo foi uma boa surpresa, ótima pedida para jogar com não-gamers. Ele é muito simples e dispensa qualquer utilização de espaço, dá para jogar em qualquer lugar. Só precisa ter bastante gente. É um jogo de adivinhação de enigma macabros, então não é recomendado para gente fresca. Uma situação é apresentada e os jogadores precisam descobrir a história que levou até ela. Um dos participantes é o "mestre do jogo" que sabe a história toda, que se encontra no verso da carta, ele vai respondendo as perguntas, mas só pode ser sim, não ou irrelevante.


O problema de Black Stories é que é um jogo de vida curta, já que não dá para jogar o mesmo enigma mais de uma vez. As histórias são muito bizarras, então não é algo que se esquece com facilidade. Acho também que essa posição de "mestre do jogo" deve ser muito chata. Mas pelo preço vale o investimento, principalmente se a galera gostar de um terror. Achei melhor do que Timeline, que é na mesma linha de joguinho fácil, rápido e barato.

E o Luchador? Joguinho com visual foda e mecânica de dice rolling. A arena de combate no qual os dados são rolados é sensacional, tem até as cordinhas. O jogo é rápido e relativamente simples. Ambos os jogadores rolam os dados de combate, eles são rolados ao mesmo tempo e lançados de fora do ringue. A Paula passou o tempo todo brigando comigo porque eu sempre queria rolar na posição errada, não foi maldade da minha parte, é que é difícil mesmo.


O lance da rolagem é porque os dados que caem fora são perdidos. Depois de verificar os acertos é hora de rolar os dados de dano, aí é cada um na sua vez. Cada lutador também tem suas habilidades especiais e fraquezas. Não tenho como falar muito sobre Luchador, pois só foi uma partida, mas espero ter oportunidade de jogar outras vezes.

Esse foi o nosso Guadalupeças, obrigada a todos que compareceram pela presença e aguardo revê-los em 1° de março. Acompanhe as páginas do Turno Extra e do Guadalupeças no FB para ficar sempre por dentro das novidades. Segue abaixo mais algumas fotos de outros jogos que rolaram durante o evento.


 


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