domingo, 4 de maio de 2014

X-Wing


O Guadalupeças desse mês coincidiu com o Star Wars Day e o jogo de mesa do momento nesse universo é o X-Wing. Quando Felipe se mostrou interessado em comprá-lo, fui totalmente contra. Não por achar que pudesse ser ruim, mas porque tenho trauma de miniaturas colecionáveis. Isso é sinonimo de ruína financeira. Mas, como sempre, ele não me ouviu. Pelo menos, não é como Heroclix que a gente não sabe o que está comprando.

X-Wing é um jogo de miniaturas colecionáveis lançado pela Fantasy Flight em 2012 e já foram lançadas cerca de 20 naves adicionais. A caixa básica é só para dar um gostinho, impossível jogar apenas com duas Tie Fighter e uma X-Wing. E olha que não sou dada a compulsão que a maioria das pessoas têm por expansões e adquirir vários Core Set. 


A primeira questão a ser definida para começar uma partida é a quantidade de pontos. Cada nave vem com várias opções de piloto, são eles que definem a pontuação. Cada piloto possui uma carta e um marcador correspondente para colocar na base da miniatura. A única coisa que não se altera é a movimentação da nave, ela é sempre a mesma independente do piloto utilizado.


Saber se movimentar bem nesse jogo é fundamental e um grande desafio. Cada nave possui um dial separado de movimentação. Para cada movimento possível existe uma régua especifica. Em X-Wing não é utilizado tabuleiro ou mapa, então é muito difícil calcular as distâncias só no olho. Se não prestar muita atenção, a nave pode acabar em uma posição diferente do esperado.


Cada jogador determina o movimento de suas naves em segredo, os dials das mesmas são colocados virados para baixo. A movimentação ocorre seguindo a ordem do mais fraco para o mais forte de maneira intercalada entre os jogadores. Então, mesmo que o movimento saia conforme o planejado, é possível terminar essa primeira parte em uma posição ruim. Após cada movimento é realizado o planejamento de uma ação. As opções disponíveis são informadas na carta. As mais comuns são Focus e Evade. A primeira serve tanto para ataque quanto para defesa, a segunda é apenas para defesa.

Depois temos o combate, aqui a ordem se inverte e o mais forte ataca primeiro. Verifica-se com a régua de distância se uma nave adversária está na sua linha de tiro e dependendo da sua proximidade quais serão as variáveis de ataque e defesa. Rola-se os dados de ataque, os resultados podem ser: Dano, Dano Crítico, Focus ou Nada. No Dano Crítico, o adversário retira uma carta de Dano que vai lhe dar penalidades extras. O Focus permite mudar o resultado do dado para Dano. Os dados de defesa vem com Evade, Focus ou Nada. O Focus aqui vai permitir alterar o resultado do dado para Evade. Após resolver as batalhas, voltamos à movimentação. Se mover é obrigatório, não dá para colar no adversário e ficar na porrada até um dos dois morrer. 



O que eu coloquei aqui é o básico do básico do jogo, até porque ainda estou começando. Joguei uma vez com o Core Set e uma vez com naves de expansão, sempre como Império. Na segunda vez, foi uma Tie Advanced e duas Tie Interceptor contra uma X-Wing, uma A-Wing e uma B-Wing. O Império esmagou a ameaça rebelde em ambas as vezes. 



Quem for fã de Star Wars, estiver no RJ e quiser conhecer mais sobre o jogo fica meu convite para comemorar o Star Wars Day no Guadalupeças. Quem não puder estar presente, felizmente vídeos não faltam, inclusive em português.

May 4th be with you!!!

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